segunda-feira, 26 de abril de 2010



CONTROLAR


O Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso I/M- SP foi definido pelas Leis Municipais nº. 11.733, de 27 de março de 1995, n°12.157, de 9 de agosto de 1996 e número 14.717, 17 de abril de 2008, bem como, pelas resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA e está previsto no Artigo 104 do Código de Trânsito Brasileiro - CTB.

O Programa irá inspecionar todos os veículos registrados no Município de São Paulo, mantendo a frota regulada e em bom estado de manutenção. O objetivo é reduzir a poluição do ar e assim melhorar a qualidade de vida de todos os paulistanos.

A Inspeção Ambiental Veicular é uma forma eficaz de controlar a emissão de gases poluentes liberados pelos escapamentos dos veículos. Atualmente, cerca de 50 países do mundo fazem a inspeção veicular. O Programa de Inspeção medirá nos veículos a gasolina, álcool ou gás natural gases como Monóxido de carbono (CO), Dióxido de Carbono (CO2) e Hidrocarbonetos (HC); Nos veículos à diesel, será medida a emissão de material particulado (MP).

Com a inspeção, a Controlar irá medir nos veículos a gasolina, álcool ou gás natural gases como Monóxido de carbono (CO)e Hidrocarbonetos (HC); Nos veículos à diesel, será medida a emissão de Material particulado (MP).

AI GALERA FIQUEM ESPERTOS NAS INSPEÇÕES DE SUAS MOTOS, ANTES A (CONTROLAR) LEVAVA EM CONSIDERAÇÃO APENAS OS GASES COMO MONÓXIDO DE CARBONO(CO)E DIÓXIDO DE CARBONO (CO2).
AGORA ELES ESTÃO REPROVANDO MUITOS VEÍCULOS PELO HIDROCARBONETO (HC)NO FATOR DE DILUIÇÃO.
ESSA MUDANÇA SE DEVE AS ENORMES QUANTIDADES DE MOTOS QUE PASSAVAM PELA INSPEÇÃO COM ÁLCOOL ADICIONADO A GASOLINA PARA NÃO SEREM REPROVADAS, POIS É, ELES DESCOBRIRAM ESSA MARACUTAIA, AGORA EM MUITOS CASOS ESTÃO SENDO NECESSÁRIO A INSTALAÇÃO DE ESCAPES, FILTROS ORIGINAIS E NAS MOTOS COM PROGRAMAS DE INJEÇÃO DE PERFORMANCE O REMAPEAMENTO.

ESTA AI A DICA, VALEUU!!!

(MARCÃO)


CAROS AMIGOS HARLEYROS.

MUITOS DE VOCÊS JÁ CONHECEM MEU TRABALHO, A DEDICAÇÃO E O CARINHO QUE TENHO POR ESSA MARCA.
TRABALHAR COM HARLEY-DAVIDSON É PARA MIM UM PRAZER E NÃO SÓ UMA FORMA DE GANHAR DINHEIRO, PASSEI A TER UM DIFERENCIAL NESSE MERCADO POR CUIDAR MUITO BEM DAS MOTOS E DE MEUS CLIENTES, ISSO FOI POSSÍVEL POR ENTENDER QUE ESSAS MÁQUINAS NÃO SÃO APENAS BENS MATERIAIS.
ENXERGAR QUE ESTOU LIDANDO COM O SENTIMENTO E O SONHO DE MEUS CLIENTES ME POSSIBILITOU JUNTO COM MEU PRAZER DE TRABALHAR COM ESSAS MOTOS UMA ACEITAÇÃO MUITO BOA POR PARTE DOS APAIXONADOS POR HARLEY-DAVIDSON.
AOS QUE AINDA NÃO ME CONHECEM PRESTO SERVIÇOS A DOMICÍLIO COM AGENDAMENTO E HORA MARCADA, QUE INCLUI REVISÃO E INSTALAÇÃO DE ACESSÓRIOS FORNECIDOS POR MIM OU TRAZIDOS PELO CLIENTE.
SEMPRE PROCURO TRABALHAR COM MATERIAIS ORIGINAIS OU OS MELHORES QUE HÁ NO MERCADO,
FICO A DISPOSIÇÃO DE TODOS AGORA TAMBÉM PELO BLOG PARA DAR DICAS, INFORMAÇÕES E TIRAR DÚVIDAS SOBRE HD.
SEGUE ABAIXO CONTATO:

CEL: (11) 94732-9807
NEXTEL: 55*7*54661
EMAIL: MARCOS-HARLEY@HOTMAIL.COM

ATENCIOSAMENTE:(MARCÃO)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dicas sobre injeção eletronica

Injecção eletrónica

A injecção electrónica (português europeu) ou injeção eletrônica (português brasileiro) é um sistema de alimentação de combustível e gerenciamento electrónico de um motor de um automóvel - motor a explosão. Sua utilização em larga escala se deve à necessidade das industrias de automóveis reduzirem o índice de emissão de gases poluentes. Esse sistema permite um controle mais eficaz da mistura admitida pelo motor, mantendo-a mais próxima da mistura estequiométrica (mistura ar / combustível), isso se traduz em maior economia de combustível já que o motor trabalha sempre com a mistura adequada e também melhora a performance do motor.

O sistema faz a leitura de diversos sensores espalhados em pontos estratégicos do motor, examina as informações e com base em outras informações gravadas em sua memória envia comandos para diversos atuadores espalhados em pontos estratégicos do motor. Esse procedimento é efetuado varias vezes por minuto com base nos movimentos do virabrequim.

Componentes

Esse sistema possui varios componentes, o principal é a Central, onde ficam gravadas as informações do veículo e os seus parâmetros de fábrica, ela também realiza os cálculos programados para gerenciar o motor ( alimentação e ignição ). Os outros componentes podem ser divididos em dois grupos Sensores e Atuadores.

Sensores

São componentes que captam informações para a central, transformando movimentos, pressões, e outros, em sinais elétricos para que a central possa analisar e decidir qual estratégia seguir.


Corpo de borboleta

o sensor de posição da borboleta é montado no eixo da mesma.Sensor de posição da borboleta de aceleração - Este sensor informa a central a posição instantânea da borboleta, ele é montado junto ao eixo da mesma. Ele permite a central identificar a potência que o condutor esta requerendo do motor, entre outras estratégias de funcionamento.

Sensor temperatura

Esse sensor Informa a central à temperatura que é muito importante, pois identifica a temperatura do motor. Nos momentos mais frios o motor necessita de mais combustível.

Sensor temperatura ar

Este informa a central a temperatura do ar que entra no motor, junto com o sensor de pressão a central consegue calcular a massa de ar admitida pelo motor e assim determinar a quantidade de combustível adequado para uma combustão completa.

Sensor pressão do coletor

Responsável por informar a diferença de pressão do ar dentro do coletor de admissão, entre a borboleta e o motor, e o ar atmosférico.

Sensor rotação

Informa a central a rotação do motor e na maioria dos sistemas a posição dos êmbolos, para a central realizar o sincronismo da injeção e ignição. Na maioria dos projetos ele é montado acima de uma roda magnética dentada fixada no virabrequim, mas pode ser encontrado em outros eixos também.

Sensor detonação

Permite a central detectar batidas de pino no interior do motor. Este sensor é fundamental para a vida do motor, já que os motores modernos trabalham em condições criticas, a central diminui o ângulo de avanço de ignição a fim de eliminar o evento denominado como"detonação", tornando a avança-lo posteriormente.(corta potencia)prevenir uma quebra.

Sonda lambda ou Sensor Oxigênio

Este sensor fica localizado no escapamento do veiculo, ele informa a central a presença de oxigênio nos gases de escape, podendo designar-se por sensor O2 é responsável pelo equilibrio da injecção, pois ele tem a função de enviar a informação de qual é o estado dos gases á saída do motor (pobres/ricos) e é em função desta informação que a unidade do motor controla o pulso da injecção. Nos automóveis que podem rodar com mais de um combustível ou com uma mistura entre eles (denominados Total-flex ou Bicombustível , gasolina / álcool no Brasil ) a central consegue identificar o combustível utilizado, ou a mistura entre eles, através do sinal deste sensor.

Sensor velocidade

Informa a velocidade do veiculo, essencial para varias estratégias da central.

Atuadores

Os Atuadores são componentes responsáveis pelo controle do motor, recebendo os sinais elétricos da central eles controlam as reações do motor.


Injetor de combustível

Injetores - Responsáveis pela injeção de combustível no motor, a central controla a quantidade de combustível através do tempo que mantêm o injetor aberto ( tempo de injeção). Esses podem ser classificados por seu sistema de funcionamento: monoponto (com apenas um injetor para todos os cilindros) e multiponto (com um injetor por cilindro). Sendo que esses injetam combustível de forma indireta, antes das válvulas de admissão, existe também a injeção direta, que os injetores de combustível injetam dentro da câmara de combustão.

Bobinas

Componente que fornece a faísca (centelha) para o motor. Os sistemas antigos (ignição convencional) utilizam uma bobina e um distribuidor para distribuir a faísca a todos os cilindros, já os sistemas modernos (ignição estática) utilizam uma bobina ligada diretamente a dois cilindros ou até uma bobina por cilindro. A central é responsável pelo avanço e sincronismo das faíscas.

Motor de passo

Através do movimento da ponta cônica ele permite mais ou menos passagem de ar.Motor corretor marcha lenta ou motor de passo - Utilizado para permitir uma entrada de ar suficiente para que o motor mantenha a marcha lenta, indiferente as exigências do ar-condicionado, alternador e outros que possam afetar sua estabilidade. Normalmente o atuador é instalado em um desvio (by pass) da borboleta, podendo controlar o fluxo de ar enquanto ela se encontra em repouso.

Bomba de combustível

Responsável por fornecer o combustível sob pressão aos injetores. Na maioria dos sistemas é instalada dentro do reservatório (tanque) do veiculo, ela bombeia o combustível de forma constante e pressurizada, passando pelo filtro de combustível até chegar aos injetores.

Luz avaria do sistema

Permite a central avisar ao condutor do automóvel que existe uma avaria no sistema da injeção eletrônica, ela armazena um código de falha referente ao componente e aciona a estratégia de funcionamento para o respectivo componente permitindo que o veículo seja conduzido até um local seguro ou uma oficina.

Manutenção

Esse sistema é muito mais durável e robusto que o carburador, mas também precisa de manutenção, exemplo: os injetores devem ser limpos em períodos estipulados pelo fabricante, assim como o corpo de borboleta. A manutenção deve ser efetuada por um reparador capacitado, apesar de estar nos automóveis há vários anos, esta em constante evolução e possui componentes eletrônicos que manuseados de forma incorreta podem ser danificados.

Nos veiculos que utilizam esse sistema o proprietário deve optar pela manutenção preventiva, pois a manutenção corretiva é muito mais cara, um exemplo: se o filtro de combustível não for trocado no período correto ele causa a queima da bomba de combustível, um componente que custa cerca de 800% a mais do que o filtro.
Para garantir um bom funcionamento do sistema e economizar leia o manual do proprietario e verifique as manutenções que devem ser efetuadas e o período correto para fazê-lo.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mitos sobre lavagem e conservação de motocicletas
Sempre existe algum motivo que justifica o nascimento de um mito.





Sempre existe algum motivo que justifica o nascimento de um mito.

Nem todos os mitos podem ser totalmente falsos ou totalmente verdadeiros.

O mito nada mais é que a radicalização de um conceito ou uma idéia.

Ar Comprimido

Mito: Não se deve usar ar comprimido para secar a moto.

É muito importante usar ar comprimido para secar a motocicleta, essa atividade ira remover a umidade e a sujeira de locais que não temos acesso, o mito nasceu por que muitos acreditam que o ar comprimido pode prejudicar sistemas elétricos e peças sensíveis. Para que isso não seja verdade basta executar a tarefa com muito cuidado e atenção de maneira segura.

Lava Rápido

Mito: Nunca se deve lavar a moto em Lava Rápido.

Via de regra os lava rápidos não estão preparados para lavar motocicletas, utilizam equipamentos e produtos altamente prejudiciais para a motocicleta. Os automóveis têm praticamente todas as partes externas pintadas, que são protegidas pelo verniz, que por sua vez é resistente aos produtos utilizados. Já a motocicleta tem exposto uma variedade muito grande de materiais sensíveis a jatos de alta pressão e produtos químicos.

Maquina de Alta Pressão

Mito: Não se deve usar maquina de alta pressão para lavar a moto.

Os equipamentos de lavagem com alta pressão podem realmente danificar alguns locais da motocicleta, em especial o radiador e as partes elétricas. Quando a moto esta muito suja o jato de alta pressão pode também riscar a pintura. Na corrente de transmissão também não é aconselhável utilizar porque faz a sujeira penetrar entre os elos.

Grafite

Mito: A mistura de graxa e grafite é muito boa para a lubrificação da corrente de moto.

Conforme demonstram diversas informações técnicas, a graxa não é ideal para a lubrificação de corrente de motocicletas. E por sua vez a grafite só é indicada como lubrificante se for utilizada em seu estado natural. Portanto existem dois motivos que não recomendam a utilização dessa mistura. O lubrificante adequado e amplamente recomendado pelos fabricantes é o Óleo Lubrificante Sae 90.

Lavagem da Corrente

Mito: Não se deve lavar a corrente da moto.

Deve-se lavar periodicamente a corrente a fim de retirar todo o excesso de lubrificação. É aconselhável antes de lubrificar a corrente remover toda lubrificação velha e suja. Os produtos utilizados para lubrificar a corrente favorecem o acúmulo de areia, pó e sedimentos, que irão funcionar como “abrasivos”, provocando o desgaste por atrito do conjunto. Assim, somente a lavagem pode contornar esse problema. O mito nasceu principalmente por conta dos produtos utilizados para a lavagem da corrente. Não devemos nunca utilizar desengraxantes pesados eles prejudicam diretamente o metal da corrente. Nem usar gasolina, óleo diesel ou querosene puros porque podem ressecar os anéis de borracha das correntes mais modernas.

Lavagem da Moto

Mito: O excesso de lavagem estraga a moto.

Na realidade lavagem é conservação, deve-se lavar quantas vezes quiser que não estraga, não desgasta, não prejudica em nada a motocicleta. Preferencialmente faça isso você mesmo, durante essa atividade você ira conhecer melhor sua motocicleta e ainda estará automaticamente fazendo uma inspeção mecânica geral. Esse mito surgiu por conta de poucos motociclistas que não gostam de lavar a moto terem a necessidade justificar suas atitudes.

Motor Quente

Mito: Não devemos lavar a moto com o motor quente.

Esse mito tem uma finalidade preventiva, com eles os especialistas estão querendo prevenir o choque térmico a fim de evitar “trincas” no bloco do motor. Na pratica é muito difícil ocorrer o choque térmico por se molhar o motor com uma mangueira de jardim, por exemplo. Caso isso fosse verdade o que aconteceria quando estamos rodando há muito tempo com a moto e começa a chover forte? Para poder acorrer o choque térmico teríamos basicamente que jogar o motor à altíssima temperatura em um recipiente cheio de água com temperatura muito baixa. Podemos sim lavar a moto com o motor quente, basta, por exemplo, começar pelas rodas e ir molhando o motor aos poucos lentamente de maneira gradativa, iniciando-se sempre pelas partes mais inferiores.


Água e Umidade

Mito: O excesso de água e de umidade enferruja a moto.

O principal causador da oxidação (ferrugem) é o oxigênio, que se encontra em muito maior quantidade no ar do que na água. Na realidade o excesso de água e umidade não são os responsáveis diretos pelo inicio da oxidação. É importante ressaltar que com a ação do vento causado pela movimentação da moto e do calor gerado pelo sol e pelo motor a moto esta quase sempre seca e sem umidade. Ocorre que por falta da lavagem e conservação inicia-se um processo de sedimentação de resíduos e micro partículas que ficam incrustados nos materiais funcionando como pontos retentores de umidade. Se as peças estiverem limpas a umidade não “conseguira” iniciar o processo de oxidação. Esse mito surgiu porque as pessoas normalmente associam umidade com ferrugem.

Encerar Pintura

Mito: Não se deve encerar a pintura da motocicleta.

Na realidade o que limpa e protege realmente motocicleta é a cera, pois só ela remove todos os micro-sedimentos depositados na pintura. Esse mito tem um caráter preventivo. Na realidade muitas ceras automotivas têm alto teor de abrasão e acabam “lixando” demasiadamente o verniz. Para isso não acontecer basta tomar dois pequenos cuidados: não usar ceras muito abrasivas e não encerar a moto todas as vezes que lavar.

Óleo Diesel

Mito: Não se deve utilizar óleo diesel puro na lavagem da moto.

Correto, o óleo diesel tem alto teor de enxofre, que é prejudicial para quase todas as peças da moto. Mas as lonas e as pastilhas de freio são as mais prejudicadas, elas irão reter a gordura do óleo diesel ficando lisas, brilhantes e “envidraçadas”, perdendo sua eficiência para frenagem, na maioria das vezes temos que substituí-las por novas.

Fonte: www.motoecia.com.br

quinta-feira, 15 de abril de 2010


Harley-Davidson apresenta sua linha 2010

Entre as principais novidades estão a Electra Glide Ultra Limited e a XR 1200X

Novidade H-D 2010
Passando da metade do ano, os lançamentos começam a esquentar o mercado. Sempre uma das marcas mais aguardadas, a Harley-Davidson acaba de divulgar no exterior suas motocicletas 2010. O centro das atenções ficou em quatro novos modelos: Electra Glide Ultra Limited, Dyna Wide Glide, Fat Boy Special e XR 1200X. Além disso, a marca norte-americana também mostrou as novas motos da linha CVO (Custom Vehicle Operations).


Na família touring, o grande destaque fica com a Electra Glide Ultra Limited. A motocicleta passa a contar com um propulsor de 1 688 cm³, enquanto o restante da família continua com o de 1 573 cm³. Outra novidade interessante é a versão “X” da XR 1200, que passa a ter a cor negra em praticamente todo o seu visual. A exemplo da XR, a Fat Boy também ganha uma versão “dark”.

Já a Dyna Wide Glide volta à gama da H-D totalmente renovada, seguindo o seu estilo chopper e minimalista. Entre a linha CVO, as principais novidades são a Softail Convertible e a Street Glide. Além disso, a CVO Ultra Glide Electra Classic e Fat Boy chegam com grafismos diferenciados.



Fonte:
Motociclismo Online

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